quinta-feira, 27 de abril de 2017

 A história da maquiagem tem origem no Egito onde se pintavam os olhos em sinal de respeito ao deus Rá (deus do sol). Os Farós também eram grande adeptos da maquiagem, pois pintavam seus olhos a fim de que as pessoas evitassem olhar diretamente para eles. Em virtude disso, a maquiagem nessa época exercia um símbolo político.

O Kama Sutra, escrito no século I e IV, define o padrão de beleza da mulher ideal que seria de pele bem clara, fina e macia.
Cleópatra

A lendária Cleópatra exemplificou bem esse ideal de beleza no Egito. Usava pó de khol para pintar os olhos, banhava-se em leite e usava argila em seu rosto para manter o viço da pele. Foi lá, no Egito, que se classificou o padrão de beleza: mulher de pele clara e homem de pele escura. 

A maquiagem e os povos primitivos: Diversas sociedades primitivas já usavam pinturas no rosto em diversas situações. Na maioria das vezes, usavam como artifício para diferenciar membros de cada aldeia, para celebração de rituais religiosos, para firmar condição de guerra entre povos e também para simbolizar a passagem de fases da vida. 

Maquiagem na Idade Média:O culto à pele clara ainda estava em alta. Os padrões europeus dominavam o padrão de beleza mundial. O rubor nas faces era bem característico para dar aquele aspecto mais saudável. Tudo isso devido a diversos tipos de doenças que surgiram naquela época, para as quais não havia cura, fazendo com que o objetivo da maquiagem se tornasse representar o frescor de uma pele saudável muito característico das crianças. 
No Japão, foi inventado o pó-de-arroz que servia para uniformizar o tom da pele e   deixá-la mais clara. O olhar e os lábios bem destacados pela pele uniforme e clara era o ideal para que se criasse e padronizasse um único personagem: a gueixa. 

Maquiagem e bruxaria :
No final do século XVIII, o Parlamento Inglês atribuiu às mulheres a mesma pena que era atribuída à quem praticava a bruxaria. O termo desobrigava os maridos de permanecerem casados, caso constatassem que suas mulheres usaram de adornos como maquiagem e perfumes para seduzir e induzi-los ao casamento. Leia um trecho do termo a seguir:“Todas as mulheres que à partir deste ato tirarem vantagem, seduzirem ou atraírem ao matrimônio qualquer súdito de Sua Majestade por meio de perfumes, pinturas, cosméticos, loções, dentes artificiais, cabelo falso, lã de Espanha, espartilhos de ferro, armação para saias, sapatos altos ou anquilhas, ficam sujeitas à penalidade da lei que agora entra em vigor contra a bruxaria e contravenções semelhantes e que o casamento, se condenadas, seja anulado…” 
 

A maquiagem através dos anos

– 2ª Guerra Mundial

A produção de cosméticos durante a 2ª Guerra Mundial estacionaram em virtude da necessidade que se tinha em fabricar armamentos. Além disso, com escassez de matéria-prima, as mulheres começaram a produzir seus próprios produtos de beleza. 
 

– A maquiagem nos anos 50

Ao final da guerra, já nos anos 50, a maquiagem volta emplacando as melhores lojas com seu estilo “fake” – pele pálida, olhos e boca realçados. Nos anos 60, as indústrias sofrem uma espécie de aprimoramento a fim de que pudessem atender os interesses de seu público jovem, já que este havia aderido por completo toda a ideia da maquiagem. 

– A maquiagem na década de 80

Já na década de 80, a preocupação com a beleza ao longo dos anos fizeram com que surgissem novos produtos que além de embelezar, cuidava da pele. Ainda nessa época, as divas do cinema desempenharam um papel muito importante quanto à popularização da maquiagem. A atriz Marilyn Monroe, por exemplo, continuava inspirando mulheres de todo mundo ao exibir sua pele clara, sobrancelhas finas, olhos esfumados e lábios bem avermelhados . Dior, Chanel, Yves Saint Laurent também tiveram um grande papel na criação de novas cores e texturas que conversavam com as tendências de moda que surgiam na época.
No entanto, somente no final da década de 80 é que surgiram cosméticos que combinavam substâncias capazes de prevenir o envelhecimento, proteger a pele dos efeitos solares e hidratá-la, com produtos que a uniformizavam e destacavam os traços do rosto. Podemos dizer que foi o início da cosmetologia inteligente. 

– A maquiagem no século XXI: 
 
Atualmente, no século XXI, cores, texturas e técnicas permeiam nossa moda. A classe e elegância do início do século, a sensualidade dos anos 60, a irreverência e a apatia em tons de protestos dos anos 80 e 90 se fundem no universo da maquiagem, ampliando nossa informação de moda atual. 

Resumo da história da maquiagem
 
Pudemos ver numa retrospectiva rápida que, desde os tempos mais remotos, o homem sentia a necessidade de realçar e disfarçar traços de seus rostos por diversos motivos: religioso, político e etc. Ao longo do tempo, isso representou um jogo de esconder e revelar por meio do qual nasceu a maquiagem. Segmentos como o teatro, a tv e a moda, rapidamente aderiram aos truques a fim de aperfeiçoar suas representações e de dar um visual estético mais elaborado. 
 
Atualmente, a maquiagem tem como principal objetivo embelezar. No entanto, com a crescente preocupação com o cuidado da pele, a maquiagem hoje representa muito mais que apenas embelezamento superficial dos atributos físicos. Ela representa também o embelezamento geral da pele, aquele que vem de dentro para a fora. 
 Agora voces já sabem um pouco da história da maquiagem eu paamo maquiagem e acredito que é uma forma de arte>
FIM...


SAILOR MOON" MOONLIGTH DESENTSU ´´


(Moonligth desentsu versão japonesa)                                                                                                                                                                            Mesmo querendo não posso ser sincera


Pois nos meus sonhos eu me confesso
E nestes sonhos voam fantasias
Que muita insônia me causarão.

Agora mesmo queria ver-te
Estar contigo sob a luz da lua
Mas essa luz não me deixa dizer-te
Que quero viver nova emoção.
Um caleidoscópio é meu coração
Luz da lua guie este amor

Mesmo que a lua ilumine o caminho
E aqui sozinha eu te pergunto
Terei de novo o mesmo carinho
Será que um dia ele voltará
Com o teu brilho em seu olhar
Então o amor renascerá.   (versão 1 )
 (2ª Versão)  Não sei porque não posso ser sincera
Se nos meus sonhos eu te confesso
Os pensamentos que tenho em mente
Curto circuito me causarão. Como eu queria te ver agora
E não chorar essa luz da lua
Mas essa luz não me deixa dizer
E eu não sei o que vou fazer.  Um caleidoscópio é meu coração
Luz da Lua que traz o amor    Das estrelas da constelação
Nesse instante eu lhe pergunto
Qual o destino que eu terei,
Se o amor eu encontrarei?
Ter um alguem para ser feliz!

                                                                            
Ter um amor que eu sempre quis!                                                                                                               
'EM NOME DA LUA'

sexta-feira, 21 de abril de 2017

O QUE É OTOME ?

  é uma expressão de origem japonesa que significa literalmente "donzela" ou "moça virgem", "delicada", "senhorita" (menina educada e comportada). Em alguns casos, dependendo do contexto, a palavra otome também pode significar "princesa".
No entanto, em muitos países do ocidente - incluindo o Brasil - a palavra otome ganhou um significado bastante diferente do original. A expressão é tomada como o feminino de otaku, ou seja, meninas que são fãs de animês e mangás (desenhos animados e revistas em quadrinho japoneses) ou da cultura pop japonesa em geral. Mas, a relação entre a palavra otome e os otakus no Ocidente possui uma justificativa lógica. Em Tóquio, no Japão, existe uma rua chamada "Otome Road", com várias lojas e produtos destinados aos otakus de animês e mangás, sendo frequentada predominantemente por meninas. As jovens otakus vão à Otome Road em busca de Yaois (uma categoria de animês e mangás que apresenta no enredo relações homossexuais entre os seus protagonistas, predominantemente formado por homens).  
Por causa do grande número de meninas otakus que frequentam a Otome Road, o termo começou a ser associado para diferenciar os fãs de animês e mangás do sexo masculino e do feminino. No entanto, esta diferenciação só é utilizada, erroneamente, no Ocidente. 
Otaku é uma expressão unissex e possui um sentido bastante amplo, usado para designar pessoas que são consideradas fãs extremistas de determinado assunto, objeto ou atividade. 

Otomes e Otakus 
O significado original da palavra otaku está relacionado com o ato de "ser fã de algo", mas no Brasil e em outros países ocidentais, o termo é utilizado apenas para rotular as pessoas que são fãs de animes, mangás e de outros aspectos da cultura pop japonesa. No Japão, otome significa "donzela" ou "senhorita", porém no Brasil a palavra é utilizada erroneamente como o feminino de otaku, ou seja, uma fã do sexo feminino de animês e mangás japoneses. Na realidade, otaku é uma palavra unissex. 

terça-feira, 4 de abril de 2017

PIRATES OF THE CARIBBEAN:DEATH MAN NO TALES !!!




Prá quem não sabe esse ano a disney vai lançar piratas do caribe 5 que dizem ser o ultimo filme do meu amado capitão jack então hoje vou falar um pouco dessa triologia que eu amo demais .Aqui no Brasil o título do filme é 'Piratas do caribe : a vingança de salazar' mas o título original é 'Pirates of the Caribbean:Death man no tales(Piratas do caribe: os mortos não contam Histórias )
Cercado de mistérios, Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar ganhou uma nova sinopse, revelando detalhes sobre a nova aventura do Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp). O texto também apresenta os novos personagens de Javier BardemKaya Scodelario e Brenton Thwaites - inclusive, muitos apostam que o último é filho de Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley). 
"A aventura mostra o azarado capitão Jack Sparrow (Depp) sentindo os ventos da má sorte soprando com mais força quando um grupo de piratas fantasmas e mortais liderados por seu velho inimigo, o aterrorizante Capitão Salazar (Bardem), escapa do Triângulo do Diabo com o objetivo de matar todos os piratas, principalmente Jack. Sua única esperança é encontrar o lendário Tridente de Poseidon. Para isso, ele terá que fazer uma problemática aliança com a brilhante astrônoma Carina Smyth (Scodelario) e Henry (Thwaites), um teimoso marinheiro. Sob o comando de seu pequeno e miserável navio, Dying Gull (Gaivota Moribunda, tradução livre), Jack Sparrow precisa salvar sua vida contra o inimigo mais formidável e malicioso que enfrentou."  Em vários países, o filme será lançado como Pirates of the Caribbean: Salazar's Revenge, (em português: Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar), foi uma decisão da Disney que incluiu países de língua inglesa.

Piratas do Caribe 5: A Vingança de Salazar (2017) | Teaser Trailer (LEGE...

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017


ESCÓCIA

Escócia (em escocêsScotland; em gaélico escocêsAlba) é um dos países do Reino Unido e cobre o terço norte da ilha da Grã-BretanhaEle compartilha uma fronteira com a Inglaterra ao sul e outra, formada pelo Oceano Atlântico, com o Mar do Norte a leste e com o Canal do Norte e o Mar da Irlanda a sudeste. Além do continente, o país é composto por mais de 790 ilhas, incluindo as Ilhas do Norte e as Hébridas.
Edimburgo, a capital e segunda maior cidade do país, foi o centro do Iluminismo Escocês do século XVIII, que transformou a Escócia em uma das potências comerciais, intelectuais e industriais da EuropaGlasgow, maior cidade,já foi uma do polos industriais mais importantes do mundo. As águas territoriais escocesas consistem em um grande setor do Atlântico Norte e do Mar do Norte,região que contém as maiores reservas de petróleo da União Europeia. Isso tem dado a Aberdeen, a terceira maior cidade do país, o título de capital do petróleo da Europa.
Reino da Escócia emergiu como um Estado soberano independente na Alta Idade Média e continuou a existir até 1707. Por herança, em 1603, o rei James VI da Escócia se tornou rei da Inglaterra e o rei da Irlanda, formando assim uma união pessoal entre os três reinos. A Escócia entrou posteriormente em uma união política com a Inglaterra em 1 de maio de 1707 para criar o novo Reino Unido da Grã-Bretanha. A união também criou o novo Parlamento da Grã-Bretanha, que sucedeu o Parlamento da Escócia e o Parlamento de Inglaterra. O Tratado de União foi acordado em 1706, promulgado pelo Tratado de União de 1707, tendo sido aprovados pelos parlamentos de ambos os países, apesar de algumas revoltas populares e da oposição anti-unionistas em Edimburgo, Glasgow e em outros lugares. A Grã-Bretanha posteriormente entrou em uma união política com a Irlanda em 1 de janeiro de 1801, para criar o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda.O sistema jurídico escocês manteve-se separado da Inglaterra, do País de Gales e da Irlanda do Norte, sendo que a Escócia constitui uma jurisdição distinta no direito público e privado dentro do reino. A existência de instituições jurídicas, educacionais e religiosas distintas das do resto do Reino Unido têm contribuído para a sobrevivência da cultura e da identidade nacional escocesa desde a união 1707. Após um referendo em 1997, um Parlamento Escocês foi restabelecido, desta vez como uma legislatura devolvida com autoridade sobre muitos temas internos. O Partido Nacional Escocês, que apoia a independência do país, ganhou uma maioria absoluta nas eleições gerais de 2011. Um referendo realizado em 18 de setembro de 2014 rejeitou a separação do país do Reino Unido por uma maioria de 55% dos votos, com um comparecimento às urnas de 85%.

Scotland vem de Scoti, o nome latino para os gaels. A palavra latina Scotia' ("terra dos gaels") era inicialmente utilizada para se referir à Irlanda. Até o século XI, o termo Scotia foi usado para se referir a Escócia ao norte do rio Forth, juntamente com os termos Albania ou Albany, ambas derivadas do gaélico Alba. O uso das palavras Escócia para se referir a tudo o que é agora o território escocês tornou-se comum durante a Idade Média.

história escrita da Escócia começa, em linhas gerais, com a ocupação do sul e do centro da Grã-Bretanha pelo Império Romano, território transformado na província romana da Britânia e que equivale atualmente à Inglaterra e ao País de Gales. O norte da ilha, conhecido como Caledônia e habitado pela tribo celta dos pictos, não foi conquistado pelos romanos. Segundo a tradição, o Reino da Escócia foi fundado em 843, quando Kenneth I se tornou rei das tribos dos pictos e das tribos dos escotos.conquista normanda da Inglaterra em 1066 e a ascensão ao trono de Davi I permitiram a introdução do feudalismo na Escócia e um maior relacionamento comercial com a Europa. Ao final do século XIII, diversas famílias normandas e anglo-saxãs haviam recebido terras escocesas. A primeira sessão do Parlamento escocês foi realizada naquele período.
Uma disputa pelo trono permitiu que Eduardo I da Inglaterra tentasse coroar um fantoche seu como rei da Escócia. A resistência escocesa, liderada por William Wallace e Andrew Moray e, mais tarde, por Robert Bruce, fez com que este fosse coroado rei da Escócia em março de 1306 e saísse vitorioso na batalha de Bannockburn, contra os ingleses, em 1314. Uma Segunda Guerra de Independência Escocesa eclodiu no período 1332-1357, quando Eduardo Balliol tentou tomar o poder com o apoio do monarca inglês. O quadro político escocês voltou a estabilizar-se com a emergência da Casa de Stuart nos anos 1370. Em 1603, o Rei Jaime VI da Escócia herdou o trono inglês e tornou-se Jaime I da Inglaterra. A Escócia continuou a ser um Estado separado, exceto durante o Protetorado dos Cromwell. Em 1707, após ameaças inglesas de interromper o comércio e a livre circulação na fronteira comum, os Parlamentos da Escócia e da Inglaterra promulgaram os Atos de União que criaram o Reino Unido da Grã-Bretanha. 
Castelo  Eileean Donan
Em 1776 fora lançado um dos livros mais influentes; "Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações", Escrito pelo escocês Adam Smith, um dos maiores defensores do Capitalismo.
Em seguida ao Iluminismo escocês e à Revolução Industrial, a Escócia tornou-se uma das potências comerciais, intelectuais e industriais da Europa. A sua decadência industrial após a Segunda Guerra Mundial foi grave, mas mais recentemente o país tem vivido um renascimento cultural e econômico, em especial nas áreas de serviços financeiros, de eletrônica e de petróleo. Por meio do Scotland Act britânico de 1998, o Parlamento escocês foi reaberto. A Escócia ocupa o terço setentrional da ilha da Grã-Bretanha. Com uma área de aproximadamente 78 772 km², sua única fronteira terrestre é com a Inglaterra, ao sul. A Escócia encontra-se entre o Oceano Atlântico, a oeste, e o Mar do Norte, a leste.
O país inclui o território na Grã-Bretanha e diversos arquipélagos, como as Shetland, as Órcades e as Hébridas. O território britânico da Escócia pode ser dividido em três áreas, a saber, as Highlands ao norte, o Cinturão Central (Central Belt) e as Terras Altas Meridionais (Southern Uplands) ao sul. As Highlands são montanhosas e apresentam as maiores elevações das Ilhas Britânicas (Ben Nevis, com 1 344 metros, o ponto culminante). O Cinturão Central é plano, concentra a maior parte da população e inclui grandes cidades como Glasgow e Edimburgo. A Escócia abrange uma área de 78 772 km², dando-lhe uma densidade populacional de 64 habitantes por quilómetro quadrado. Cerca de 70% da população do país vive na Central Lowlands - um vasto e fértil vale num estiramento na orientação nordeste-sudoeste entre as cidades de Edimburgo e Glasgow, incluindo grandes povoações como PaisleyStirlingFalkirkPerth e Dundee. Outras concentrações de população incluem a costa nordeste da Escócia - principalmente em torno da cidade de Aberdeen e dos seus arredores. As Highlands da Escócia têm a mais baixa densidade populacional, com cerca de 8 habitantes por quilómetro quadrado. A cidade de Glasgow é a que tem a mais elevada densidade populacional com 3292 habitantes por quilómetro quadrado.
A população da Escócia é estimada através de registos de nascimentos, mortes e casamentos, e é supervisionada pelo Gabinete de Registo Geral da Escócia (GROS), chefiado pelo secretário-geral da Escócia. Sob os termos do registo de nascimentos, mortes e casamentos (da Escócia) de 1965, o secretário-geral deve apresentar um relatório anual das tendências demográficas aos ministros escoceses (anteriormente o secretário de Estado para a Escócia antes da desconcentração). Em articulação com o resto do Reino Unido, o recenseamento da população é realizado por décadas - o penúltimo foi realizado em 2001, o último foi realizado em 2011.Ver também: Países do Reino Unido
A política da Escócia faz parte da ampla política do Reino Unido, sendo a Escócia um dos países constituintes do Reino Unido.Constitucionalmente, o Reino Unido é de jure um Estado unitário com um parlamento e governo soberano. No entanto, ao abrigo de um regime de devolução (ou home state) aprovou em finais da década de 1990, que em três dos quatro países constituintes dentro do Reino Unido - Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte - votaram a favor de um auto-governo limitado, sujeito à autoridade do Parlamento britânico em Westminster, nominalmente na vontade, no sentido de alterar, modificar, ampliar ou suprimir os sistemas nacionais governamentais. Como tal, o parlamento escocês não é, de jure, soberano. O chefe de Estado na Escócia é a monarca britânica, atualmente Isabel II (desde 1952).
O poder executivo, no Reino Unido, é pertença do Queen-in-Council, enquanto o poder legislativo é exercido pelo Parliament-in-Queen (a Coroa e o Parlamento do Reino Unido em Westminster, em Londres). No entanto, existe desconcentração dos poderes executivo e legislativo em determinadas áreas, que foram constitucionalmente delegadas ao Governo escocês e ao Parlamento escocês, em Holyrood, em Edimburgo, respectivamente.
O Reino Unido mantém poder activo no Parlamento da Escócia, nomeadamente nos impostos, sistema de segurança social, militares, relações internacionais, radiodifusão, e algumas outras áreas explicitamente especificadas no Acto da Escócia de 1998, como assuntos reservados. O Parlamento escocês tem autoridade legislativa para todas as outras áreas relacionadas com a Escócia, e tem poder limitado na diferenciação de impostos sobre o rendimento (o chamado Tartan Tax).
O Parlamento escocês é uma legislatura unicameral com 129 membros, 73 dos quais representam-se individualmente e que são eleitos por círculos eleitorais no primeiro posto do sistema; 56 são eleitos em oito diferentes regiões eleitorais pelos membros suplementares do sistema. A Rainha nomeia um dos membros do Parlamento, sobre a nomeação do Parlamento, para ser Primeiro-Ministro. Outros ministros também são nomeados pela Rainha sobre a nomeação do Parlamento e, juntamente com o Primeiro-Ministro, compõem o Governo escocês, o braço executivo do governo.  

Reunificação e independência : O Reino da Escócia foi um Estado independente até 1 de maio de 1707, quando os Atos de União formalizaram uma união política com o Reino da Inglaterra, de modo a criar o Reino Unido da Grã-Bretanha. A Escócia continua a ter Estado e jurisdição separados para fins de direito internacional. O direito e o sistema de ensino escoceses, bem como a Igreja da Escócia, têm permitido a continuação da cultura e da identidade nacional escocesas desde a união. Em 15 de outubro de 2012, os primeiros-ministros do Reino Unido e da Escócia, David Cameron e Alex Salmond, assinaram um acordo que permitiu a realização em 18 de setembro de 2014, de um referendo a respeito da independência da Escócia.  Para votar era necessário ter pelo menos 16 anos de idade e registrar-se.

A posição dos escoceses sobre o referendo sobre a independência da Escócia em 2014 apresentou bruscas mudanças desde a proposta de independência ser oficialmente apresentada em dezembro de 2013: um balanço entre cinco pesquisas feitas entre aquele mês e janeiro de 2014 mostrou 39% a favor contra 61%, com os indecisos excluídos. Em pesquisa realizada pelo periódico britânico Daily Mail e divulgada no final de agosto de 2014, 41,6% era favorável, e 47,6% se manifestaram pela permanência. Em 6 de setembro, o site de pesquisas YouGov divulgou uma pesquisa em que 47% dos escoceses eram a favor da independência e 45% contra – excluindo-se os indecisos, há 51% e 49%, respectivamente. Em 12 de setembro, a uma semana do referendo, o YouGov publicou outra pesquisa, desta vez mostrando, pela primeira vez desde agosto, os escoceses contra a independência à frente, com 51%, e os escoceses a favor com 48%, excluindo-se os indecisos.A campanha pela independência argumentou que uma independência aumentaria a economia do país, o salário mínimo e fortaleceria a democracia, que passaria a focar mais nas minorias escocesas. Argumentou ainda que uma das principais receitas da Escócia independente viria da exploração das reservas de petróleo no Mar do Norte, gerando receitas de US$ 13 bilhões. Por outro lado, a campanha contra afirmava que haveria riscos e incertezas econômicas caso a independência fosse declarada, como sobre a moeda, a libra esterlina, e também que assim o Reino Unido não mais teria tanto poder econômico.
As subdivisões da Escócia, definidas pelo governo como Council Areas (Áreas de Conselho), formam as áreas de governo local da Escócia, e são todas autoridades unitárias, segundo uso do governo e definição da lei. Elas não coincidem com os condados tradicionais da Escócia.
As fronteiras actuais existem desde 1 de Abril de 1996, estabelecidas pela Lei do Governo Local Etc. (Escócia) de 1994. Antes dessa data, a divisão administrativa fazia-se pelas Regiões — Regions — (não se chamavam "condados" — counties —, ao contrário das estruturas análogas em Inglaterra e do País de Gales), que eram por sua vez subdivididas em distritos — districts —, estrutura introduzida a 16 de Maio de 1975. Antes desta data, existiam condados administrativos, habitualmente chamados concelhos de condado — County Councils — da Escócia, esquema que foi introduzido em 1889. Antes de 1889, a administração fazia-se com base da cidade (city), burgh e paróquia (parish). Os condados tradicionais da Escócia nunca foram usados para a administração local.
Com o estabelecimento de conselhos de condado em 1889, as regiões que eles cobriam na Escócia assemelhavam-se aos condados históricos da Escócia, mas não coincidiam com eles. Por exemplo, Ross and Cromarty cobria a área de Ross-shire e Cromartyshire (o que fazia sentido, visto que Cromartyshire consiste de uma série de enclaves). Vários nomes eram diferentes.O Inglês é a língua falada na Escócia. Duas outras línguas também são faladas em algumas comunidades: o Scots (que por vezes não é considerado como um idioma separado) e o gaélico escocês. A cidade de Edimburgo recebe no Verão, aquele que é considerado o mais importante festival cultural do mundo. O Festival de Edimburgo possui grande destaque entre os principais eventos do Reino Unido e da Europa.
Kilt 
kilt é um traço marcante da cultura e identidade do país, que surgiu no século XVI, no norte da Escócia. Cada clã ou família tinha um tipo de quadriculado no kilt, que identificava os seus integrantes.                                                                  Lago Ness é uma das grandes atrações turísticas escocesas, onde existe o mito do Monstro do lago Ness. Desde o início do século os habitantes da região e turistas afirmam ter visto um monstro pré-histórico no fundo desse lago. Muitas expedições foram feitas no local e até hoje nada foi encontrado.
Lago Ness 
uísque é a bebida escocesa por excelência.  Principais pontos turísticos:

  A história da maquiagem  tem origem no Egito onde se pintavam os olhos em sinal de respeito ao deus Rá (deus do sol). Os Farós também era...